"Antígona"
Sobe ao palco em Tavira
Dia 10 de Dezembro O palco do Cine-Teatro António Pinheiro, em Tavira, recebe no próximo dia 10 de Dezembro a nova peça da Companhia de Teatro do Algarve, "Antígona". Da autoria de Sófocles e Maria Zambrano e com encenação de Luís Vicente, a peça começa com a chegada de Antígona a Tebas. Na cidade os seus dois irmãos, Etéocles e Polinices, disputam o poder da força, optando por não a partilharem. No campo de batalha morrem às mãos um do outro, deixando o poder ao familiar mais próximo, o seu tio Creonte.
Palavra de honra que não entendo que mal fizeram os tavirenses para ter de sofrer esta "Antigona".
Pergunto-me, se para tortura não seria mais eficaz mergulhar os espectadores no rio Gilão, durante a noite (possivelmente não seria tão violento).
A representação arrasta-se dolorosamente ....numa alucinante mediocridade,......os textos não são ditos, são maquinalmente debitados............(a bem dos insomnes...), que nessa noite em Portimão resolveram o seu problema durante alguns minutos.
O monólogo final é confrangedor,......magoa.
Maria Zambrano a grande filósofa Malaguenha, deu voltas no ataúde (coitada, sempre merecia algum descanso).
De Sófocles então......é melhor não falar, os seus ossos devem ter pegado uma maleita qualquer,(talvez uma osteoporose rectroactiva).
Não se representa ,Antigona,com actores medianos e com uma encenação mais ou menos circence (por vezes a contenção, "amplia a nitidez do texto").
Há que haver humildade,..........que é coisa altamente deficitária hoje em dia ........e infelizmente ,não só no meio artistico.
PS: Luis Vicente, é um optimo actor! (disse actor.......nada mais!).
O Zé Eduardo é um optimo baixista! (e muitas coisas mais!).
fernando gregorio
Sobe ao palco em Tavira
Dia 10 de Dezembro O palco do Cine-Teatro António Pinheiro, em Tavira, recebe no próximo dia 10 de Dezembro a nova peça da Companhia de Teatro do Algarve, "Antígona". Da autoria de Sófocles e Maria Zambrano e com encenação de Luís Vicente, a peça começa com a chegada de Antígona a Tebas. Na cidade os seus dois irmãos, Etéocles e Polinices, disputam o poder da força, optando por não a partilharem. No campo de batalha morrem às mãos um do outro, deixando o poder ao familiar mais próximo, o seu tio Creonte.
Palavra de honra que não entendo que mal fizeram os tavirenses para ter de sofrer esta "Antigona".
Pergunto-me, se para tortura não seria mais eficaz mergulhar os espectadores no rio Gilão, durante a noite (possivelmente não seria tão violento).
A representação arrasta-se dolorosamente ....numa alucinante mediocridade,......os textos não são ditos, são maquinalmente debitados............(a bem dos insomnes...), que nessa noite em Portimão resolveram o seu problema durante alguns minutos.
O monólogo final é confrangedor,......magoa.
Maria Zambrano a grande filósofa Malaguenha, deu voltas no ataúde (coitada, sempre merecia algum descanso).
De Sófocles então......é melhor não falar, os seus ossos devem ter pegado uma maleita qualquer,(talvez uma osteoporose rectroactiva).
Não se representa ,Antigona,com actores medianos e com uma encenação mais ou menos circence (por vezes a contenção, "amplia a nitidez do texto").
Há que haver humildade,..........que é coisa altamente deficitária hoje em dia ........e infelizmente ,não só no meio artistico.
PS: Luis Vicente, é um optimo actor! (disse actor.......nada mais!).
O Zé Eduardo é um optimo baixista! (e muitas coisas mais!).
fernando gregorio

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