CARNE
Como uma flor letal
a carne das tuas coxas.
Uma carne em chamas
entre o arco elástico do teu ventre
Território de tesão,
desejo infindo.
País secreto,
de um cio sem nome.
Sem explicação.
Fogo inaugural
habitando a carne
desconhecendo
o principio,
desconhecendo limites.
A nossa pele
é exterior às fronteiras,
que definem o território
que entre nós se decompôs.
Perder-me-ei em ti
na ignorância,
do dia feroz
que se encobre
para lá das janelas.
O ilimitado das manhãs,
será a nossa região!
Fernando Gregorio
Como uma flor letal
a carne das tuas coxas.
Uma carne em chamas
entre o arco elástico do teu ventre
Território de tesão,
desejo infindo.
País secreto,
de um cio sem nome.
Sem explicação.
Fogo inaugural
habitando a carne
desconhecendo
o principio,
desconhecendo limites.
A nossa pele
é exterior às fronteiras,
que definem o território
que entre nós se decompôs.
Perder-me-ei em ti
na ignorância,
do dia feroz
que se encobre
para lá das janelas.
O ilimitado das manhãs,
será a nossa região!
Fernando Gregorio

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