SYLVIA PLATH
PALAVRAS
Golpes
De machado na madeira,
E os ecos!
Os ecos que partem
A galope.
A seiva
Jorrando como pranto,
Como
A água lutando
Para repor o seu espelho
Sobre a rocha
Que cai e rola,
O crânio branco
Comido pelas ervas.
Anos depois, na estrada,
Encontro
Essas palavras secas e sem rédeas,
E o bater dos cascos, incansável.
Enquanto do fundo
Do poço, estrelas fixas
Decidem uma vida.
(tradução de Ana Cristina César)
Golpes
De machado na madeira,
E os ecos!
Os ecos que partem
A galope.
A seiva
Jorrando como pranto,
Como
A água lutando
Para repor o seu espelho
Sobre a rocha
Que cai e rola,
O crânio branco
Comido pelas ervas.
Anos depois, na estrada,
Encontro
Essas palavras secas e sem rédeas,
E o bater dos cascos, incansável.
Enquanto do fundo
Do poço, estrelas fixas
Decidem uma vida.
(tradução de Ana Cristina César)

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