Numa atitude inconcebivel a Câmara do Porto estigmatiza familias inteiras muitas das vezes sem qualquer fundamento. Um só objectivo! Criar mais umas centenas de sem-abrigo!
PORQUÊ!!!
Num total de 50 despejos efectuados pela Câmara do Porto em vários bairros municipais apenas quatro estão relacionados com suspeitas de uso da habitação para tráfico de estupefacientes ou comércio paralelo.
A conclusão consta do relatório final elaborado pela comissão eventual de acompanhamento dos despejos municipais, que foi formada para analisar os despejos efectuados pelo actual executivo, constituído pela coligação de maioria PSD/CDS-PP, desde a sua tomada de posse até Março passado.
A comissão, composta por representantes dos diferentes partidos com assento na Assembleia Municipal, foi formada por iniciativa do Bloco de Esquerda (BE), na sequência da polémica desencadeada pelos despejos de dezenas de famílias no Bairro de S. João de Deus.
Na altura, o então vereador da Habitação e Acção Social, Paulo Morais, justificou a recusa em atribuir casas sociais àquelas famílias com a necessidade de impedir que as mesmas espalhassem o tráfico de estupefacientes na cidade.
Uma argumentação que o relatório fez agora desabar por terra, sem que Paulo Morais peça desculpas públicas humildes aos moradores do Bairro de S. João de Deus pela forma como os estigmatizou para justificar o volume de despejos que efectuou. Tanto mais que a autarquia desempenhou o papel de "juiz e carrasco destes moradores", como diz Alda Macedo, porquanto lhes negou o direito à habitação, "sem que nenhum tribunal os tivesse previamente condenado".
PORQUÊ!!!
Num total de 50 despejos efectuados pela Câmara do Porto em vários bairros municipais apenas quatro estão relacionados com suspeitas de uso da habitação para tráfico de estupefacientes ou comércio paralelo.
A conclusão consta do relatório final elaborado pela comissão eventual de acompanhamento dos despejos municipais, que foi formada para analisar os despejos efectuados pelo actual executivo, constituído pela coligação de maioria PSD/CDS-PP, desde a sua tomada de posse até Março passado.
A comissão, composta por representantes dos diferentes partidos com assento na Assembleia Municipal, foi formada por iniciativa do Bloco de Esquerda (BE), na sequência da polémica desencadeada pelos despejos de dezenas de famílias no Bairro de S. João de Deus.
Na altura, o então vereador da Habitação e Acção Social, Paulo Morais, justificou a recusa em atribuir casas sociais àquelas famílias com a necessidade de impedir que as mesmas espalhassem o tráfico de estupefacientes na cidade.
Uma argumentação que o relatório fez agora desabar por terra, sem que Paulo Morais peça desculpas públicas humildes aos moradores do Bairro de S. João de Deus pela forma como os estigmatizou para justificar o volume de despejos que efectuou. Tanto mais que a autarquia desempenhou o papel de "juiz e carrasco destes moradores", como diz Alda Macedo, porquanto lhes negou o direito à habitação, "sem que nenhum tribunal os tivesse previamente condenado".

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