O REGIME CHINÊS LAVA MAIS BRANCO
A HISTERIA ANTI-ISLÂMICA SEMEADA POR BUSH, DÁ BONS FRUTOS NA CHINA!!
A luta anti terrorista a caça às Bruxas!
China: Proteger os refugiados Uighur do regresso forçado
Durante anos de repressão, vários indivíduos da China, grande parte deles pertencentes à minoria muçulmana Uighur fugiram para países vizinhos. As suas vidas estão em risco, uma vez que a China está a pressionar esses países para o seu regresso forçado.
Muhammed Tohti Metrozi escapou de Xinjiang, Região Autónoma Uighur (XUAR) no noroeste da China para procurar refúgio no Paquistão. Como activista pro-independência e como membro da minoria étnica Uighur, esteve detido durante dois meses na China, sob a acusação de actividade “separatista”. Declarou também que enquanto esteve detido foi espancado com varas de madeira.
Muhammed foi aceite como refugiado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e aguardava realojamento na Suécia em Julho de 2003, quando teve de comparecer a um encontro com um oficial do Governo Paquistanês.
Não mais foi visto desde então.Alegadamente, Muhammed retornou forçosamente à China, onde foi detido. De acordo com alguns relatórios, foi julgado sob acusações relacionadas com o seu pedido de asilo e com o seu trabalho de auxílio a refugiados Uighur no Paquistão.
O caso de Muhammed é um dos vários exemplos de Uighurs que se pensa terem sido obrigados a regressar à China a partir de países vizinhos nos últimos anos.
O Governo Chinês parece estar a usar a internacional “guerra ao terror” como pretexto para ganhar apoio internacional às suas políticas de repressão à minoria Uighur, maioritariamente muçulmana.
AMNISTIA INTERNACIONAL
A luta anti terrorista a caça às Bruxas!
China: Proteger os refugiados Uighur do regresso forçado
Durante anos de repressão, vários indivíduos da China, grande parte deles pertencentes à minoria muçulmana Uighur fugiram para países vizinhos. As suas vidas estão em risco, uma vez que a China está a pressionar esses países para o seu regresso forçado.
Muhammed Tohti Metrozi escapou de Xinjiang, Região Autónoma Uighur (XUAR) no noroeste da China para procurar refúgio no Paquistão. Como activista pro-independência e como membro da minoria étnica Uighur, esteve detido durante dois meses na China, sob a acusação de actividade “separatista”. Declarou também que enquanto esteve detido foi espancado com varas de madeira.
Muhammed foi aceite como refugiado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e aguardava realojamento na Suécia em Julho de 2003, quando teve de comparecer a um encontro com um oficial do Governo Paquistanês.
Não mais foi visto desde então.Alegadamente, Muhammed retornou forçosamente à China, onde foi detido. De acordo com alguns relatórios, foi julgado sob acusações relacionadas com o seu pedido de asilo e com o seu trabalho de auxílio a refugiados Uighur no Paquistão.
O caso de Muhammed é um dos vários exemplos de Uighurs que se pensa terem sido obrigados a regressar à China a partir de países vizinhos nos últimos anos.
O Governo Chinês parece estar a usar a internacional “guerra ao terror” como pretexto para ganhar apoio internacional às suas políticas de repressão à minoria Uighur, maioritariamente muçulmana.
AMNISTIA INTERNACIONAL

0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home