Al Berto ---- Biografia condensada
Al Berto (1948), destinado a seguir artes plásticas, viveu na Bélgica e só regressou a Portugal após a Revolução.
O título da sua principal obra, “O Medo” (1987), traduz bem o espírito da sua poesia, referida por Ramos Rosa como “o grito da fragilidade extrema e irredutível do ser humano, da sua desordem infinita, da sua revolta absoluta e desesperada”.
Al Berto escreve, como diz o próprio, “para sobreviver”, pois a escrita é para si“ a melhor forma de arder”. A sua linguagem, que rompeu com o encantamento, a utilização da metáfora ou de outras figuras de estilo, reencontra a narração, a descrição e o tom coloquial, rasando constantemente a prosa. É o sentimento emissário que lhe confere forma e estrutura.
Ramos Rosa defini-o como “a soberania do poder erótico aliado à pulsão da morte”.
in Gentil, George, Robert Béchan, La Littérature Portugaise, Paris: Éditions Chandeigne, 1995, pp. 251-252.
O título da sua principal obra, “O Medo” (1987), traduz bem o espírito da sua poesia, referida por Ramos Rosa como “o grito da fragilidade extrema e irredutível do ser humano, da sua desordem infinita, da sua revolta absoluta e desesperada”.
Al Berto escreve, como diz o próprio, “para sobreviver”, pois a escrita é para si“ a melhor forma de arder”. A sua linguagem, que rompeu com o encantamento, a utilização da metáfora ou de outras figuras de estilo, reencontra a narração, a descrição e o tom coloquial, rasando constantemente a prosa. É o sentimento emissário que lhe confere forma e estrutura.
Ramos Rosa defini-o como “a soberania do poder erótico aliado à pulsão da morte”.
in Gentil, George, Robert Béchan, La Littérature Portugaise, Paris: Éditions Chandeigne, 1995, pp. 251-252.

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