Será o corpo o sinal cintilante
ou a fonte tépida desejosa
das minhas mãos?
Vizinho ao precipício existe
um cristal ocupado,
pela presença magoada
do inacabado.
Completo-me no interior
desta morna delicadeza,
é este o único país que habito.
Porque junto dos abismos
jazem interrogações,
elas fazem afluir as réplicas
onde a infâmia e o medo aguardam.
Limito-me onde a agressão
cessa,
começo-me no interior da incerteza.
Fernando Gregório
ou a fonte tépida desejosa
das minhas mãos?
Vizinho ao precipício existe
um cristal ocupado,
pela presença magoada
do inacabado.
Completo-me no interior
desta morna delicadeza,
é este o único país que habito.
Porque junto dos abismos
jazem interrogações,
elas fazem afluir as réplicas
onde a infâmia e o medo aguardam.
Limito-me onde a agressão
cessa,
começo-me no interior da incerteza.
Fernando Gregório

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