poema
Magoados pela máquina do tempo
perdemos a imagem inaugural,
nada da luz que retínhamos
nas mãos, mantém os signos
iniciais
Ruína indolor na rotineira
ordem dos dias,
demandando nas espaçadas ruas
os membros de uma antiga
religião
Rolamos com a rapidez amarga
da indiferença
de quem é cúmplice deste jogo
nublado pelo silêncio
Entramos em casa, e aí deparamos
Com os tortuosos sinais
dos países contraditórios
que inventaram a nossa identidade
inúteis os pedidos de socorro,
inútil a incerteza de ter regressado
a um território futuramente consagrado,
pela delicadeza de cada manhã
Fernando gregório
perdemos a imagem inaugural,
nada da luz que retínhamos
nas mãos, mantém os signos
iniciais
Ruína indolor na rotineira
ordem dos dias,
demandando nas espaçadas ruas
os membros de uma antiga
religião
Rolamos com a rapidez amarga
da indiferença
de quem é cúmplice deste jogo
nublado pelo silêncio
Entramos em casa, e aí deparamos
Com os tortuosos sinais
dos países contraditórios
que inventaram a nossa identidade
inúteis os pedidos de socorro,
inútil a incerteza de ter regressado
a um território futuramente consagrado,
pela delicadeza de cada manhã
Fernando gregório

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